The Big Short

source: facebook.com/thebigshortmovie.uk

The Big Short was the film I was most excited to see at the beginning of this year’s awards season. The cast was incredible – Ryan Gosling, Steve Carell, Brad Pitt all together? I’m in. And the story seemed like one that was absolutely worth telling.

After hearing about it some more, although I was still excited to watch it, I was also nervous: this is, in its core, a story of people making money off what caused the global economic crisis that threw my country (as well as several others) into the shit.

The Big Short is a great film, really engaging and funny with fantastic performances especially from Ryan Gosling and Steve Carell, but it doesn’t hold back: it explains the major definitions people need to know to understand what happened (in really unexpected, hilarious ways) and it shows, incisively and in heartbreaking ways, what went wrong. The group known as “The Big Short” invested against the housing market, which everyone thought to be fail safe, and uncovered insane issues of fraud and just plain greed in banks and ratings companies – yes, that’s right, the same ratings companies that dictated the fates of Greece, Ireland and Portugal.

It physically hurt me to watch this film. My stomach hurt and my heart was tight. Steve Carell’s character’s journey in the film, his struggle to believe the disaster that’s about to happen, and Brad Pitt’s character saying “if we’re right people are going to lose homes, retirement funds, jobs…” hit too close to home. 

History has a way of repeating itself. Movies can make people think – and The Big Short, through expert story telling and phenomenal acting does this job fantastically. Let’s hope the message of the film does not get forgotten!

Have you seen this film yet? What did you think?

T x



source: facebook.com/thebigshortmovie.uk


The Big Short era o filme que eu estava mais entusiasmada por ver no início da época de prémios de cinema deste ano. O elenco era incrível – Ryan Gosling, Steve Carell, Brad Pitt, todos juntos? Contem comigo. E a história parecia ser uma daquelas que merecia ser contada.


Depois de ouvir um pouco mais sobre o filme, embora ainda estivesse entusiasmada para o ver, estava também um bocado nervosa: esta é, essencialmente, uma história de pessoas que fizeram dinheiro daquilo que causou a crise económica que deixou o meu país (bem como vários outros) na merda.

The Big Short é um filme fantástico, envolvente e com interpretações fantásticas, especialmente de Ryan Gosling e Steve Carell, mas não se fica por falinhas mansas: explica as definições que precisamos de saber para perceber o que se passou (de formas inesperadas e hilariantes), mostra de formas incisivas e devastadoras o que se passou de errado. O grupo conhecido como “The Big Short” investiu contra o mercado imobiliário (que todos pensavam ser completamente seguro) e pôs em evidência questões de fraude e ganância pura e simples nos bancos e nas agências de rating – sim, essas, as mesmas agências de rating que acabaram por ditar os destinos da Grécia, da Irlanda e de Portugal.


Ver este filme causou-me náuseas. O meu estômago doía e tinha o coração apertado. A personagem de Steve Carell e a sua jornada ao longo do filme, a sua dificuldade em acreditar no desastre que está prestes a acontecer, e o personagem de Brad Pitt a dizer “se tivermos razão as pessoas vão perder casas, fundos de reforma, empregos…” são estranhamente familiares.

A História tem tendência a repetir-se. Os filmes podem dar que pensar – e The Big Short, através de uma narrativa extraordinária e interpretações fenomenais, faz esse papel maravilhosamente. Esperemos que a mensagem do filme não seja esquecida!


Vocês já viram este filme? O que acharam?


T x

1 Comment

  1. 27/03/2016 / 9:36 am

    A perversidade que a ganância gera não tem limites!

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